quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Sabedoria

Esses dias tomei uma decisão que achei que estava correta, mas as consequências não foram as melhores...
Iniciei então uma busca louca por respostas. Como ouvir a voz de Deus? Como saber que estou tomando boas decisões? Como ser sábia?

Essa busca levei a sério. Orei, jejuei, estudei... Fiz mudanças na alimentação e tentativas de mudança no estilo de vida para que minha mente estivesse bem aberta. Em dez dias persisti em descobrir algo.

"E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração."
(Jeremias 29:13)

Em resumo do que aconteceu, posso dizer que uma certeza de que devo mergulhar no conhecimento da Palavra de Deus e todos os seus tesouros, que falam de todos os assuntos e conhecer-lo de perto, mais de perto, mais de perto! 

"Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra."
(2 Timóteo 3:16-17)

"O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo a prudência."
(Provérbios 9:10)

Nesses anos de cristianismo aprendi muita coisa... Mas ainda há mais o que aprender, nunca é suficiente. Só quero passar mais tempo com Deus cada dia. Sim, eu já estava procurando conhecê-lo e andar de perto. Mas preciso de mais! Mais e mais! Porque isso é melhor que qualquer coisa nesse mundo. O prazer é indescritível! A paz é sem igual!

Meu coração foi confortado e inciei um novo ciclo de comunhão. Uma sede de que Ele me fale o que devo fazer a cada passo que tem sido saciada todos os dias. Uma sensação de que o que é mais importante e melhor no meu dia é estar com Ele. O melhor do meu tempo é pra Ele. Primeiro o que é importante, depois o que é apenas urgente.

Boas intenções de conhecer mais a Deus, através do exame da biografia, ensinos e personalidade de Jesus, e da Palavra. Mas agora, no momento em que mais preciso de sabedoria e habilidade para minhas obras, se eu não dedicar um tempo generoso para isso e me enrolar em um monte de tarefas, vou só correr atrás do vento.

"Se não for o Senhor o construtor da casa, será inútil trabalhar na construção. Se não é o Senhor que vigia a cidade, será inútil a sentinela montar guarda.Será inútil levantar cedo e dormir tarde, trabalhando arduamente por alimento. O Senhor concede o sono àqueles a quem ama."
(Salmos 127:1-2)

Vou trabalhar, vou descansar, vou confiar... Vou dedicar tempo para adquirir sabedoria.

"A sabedoria é a coisa principal; adquire pois a sabedoria, emprega tudo o que possuis na aquisição de entendimento."
(Provérbios 4:7)

Busca desenfreada!

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Portfólio

Olá queridos e queridas!

Estou começando mais um semestre na faculdade :) Pra ser mais exata, o penúltimo! Isso mesmo... hora de começar o Trabalho de Graduação I. 
É a fase independente do curso, sem orientador. Preciso desenvolver um trabalho plástico e escrever sobre ele.
Terei apenas duas aulas por semana. Então quero, e preciso, trabalhar! 

- Me vê um estágio por favor!

Organizei parte de minha produção em um portfólio. Aí está!  Você pode olhar, pode indicar ou me contratar :) http://gularte.wix.com/flordevento  

Beijos pra vocês!


 

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

A uns anos atrás... Entrevista para O Jornal de Salto do Jacuí

[Que tal se eu voltasse a blogar de novo? Aí vai um achado dessa semana! As respostas não seriam as mesmas hoje... muita coisa mudou no meu jeito de falar inclusive.]

“Draw your dreams”

Giancarlo Copelli

Pâmela Gularte tem 18 anos, é natural de Cruz Alta, mas morou, praticamente, a vida toda na Capital Gaúcha da Energia Elétrica. E esse fator territorial talvez tenha interferido nas suas escolhas pessoais.

Convivendo com belas paisagens e cenários que bem poderiam estampar muitos cartões-postais, Pâmela começou a estudar Artes Visuais - Bacharelado em Desenho e Plástica - na Universidade Federal de Santa Maria em 2009, mas tem pressa. Com um ano de curso, ela começa hoje, a partir das 21 horas, a fazer o que todo artista deseja: mostrar seu trabalho.

Influenciada pelos cenários locais e os muitos fatores do cotidiano, Pâmela garante que o nervosismo "pré-primeira-exposição" não é maior que o experimentado quando mostrou seus primeiros trabalhos aos professores da universidade. Agora, chegou a vez do público.

    É o primeiro passo para a profissionalização desta aspirante a ilustradora da Casa Publicadora Brasileira, editora muito elogiada por Pâmela, e já na rota de suas aspirações futuras.



O Jornal de S. do Jacuí - Quando você percebeu que seu futuro estava nas artes?

Pâmela Gularte - Olha, eu sempre tive gosto, vocação e desejo pela arte. Sempre fui atraída para o que me enchia os olhos, para as mais variadas formas de expressão, para essa relação do que o olhar pode transmitir ao coração. Eu também gosto de música, seja cantando ou compondo. Enfim, eu acho que não dava para fugir muito disso, não havia como não acabar na arte.

O Jornal - E você está gostando?

Pâmela - Estou. Em 2008, havia uma frase na minha agenda - draw your dreams (desenhe seus sonhos) - que mexeu comigo. Isso influenciou minha decisão e acho que acertei. Eu convivo com muita gente diferente, digamos... [pausa]... alternativa. Sou bastante religiosa (Pâmela é adventista do sétimo dia) e muitas dessas pessoas têm hábitos diferentes dos meus. Mas tenho muitos amigos tanto na faculdade quanto na igreja que frequento lá, ou nos lugares aonde vou. Por tudo isso, estou gostando muito do curso.

O Jornal - Explique melhor esse processo.

Pâmela - Eu vi que o meu futuro estava relacionado à arte. Fiquei entre a Música em uma universidade de São Paulo e o Desenho, opção do PEIES. Como eu não consegui bolsa para estudar em São Paulo, acabei indo para as Artes Visuais.

O Jornal - Antes dessa decisão, você já tinha ligações com o mundo artístico?

Pâmela - De certa forma, sim. Como eu falei antes, já era atraída para esse lado das artes. Pesquisava muito na internet, aprendi a desenhar, fui interagindo...

O Jornal - E o que você aprendeu sozinha é muito diferente da Academia?

Pâmela - É, sim. Antes, eu procurava nem imaginar como seria a faculdade, porque sabia que seria diferente de tudo o que eu imaginasse.

O Jornal - Antes de começarmos a entrevista, você disse que um trabalho seu, sobre o balneário, estava em São Paulo. Ele não estará na sua exposição. Como ele foi parar lá?

Pâmela - Eu tenho um amigo que mora lá.

O Jornal - Como você conheceu esse amigo?

Pâmela - Vendendo livros em Passo Fundo.

O Jornal - Você já foi vendedora de livros?

Pâmela - [risos] Já.

O Jornal - Escrever também é uma forma de arte. Além da música e das artes visuais, você já pensou em ser escritora, por exemplo?

Pâmela - Sim. Assim como a música e o desenho, escrever também é um processo de criação.

O Jornal - Como as paisagens de Salto do Jacuí interferem no seu processo de criação?

Pâmela - O contato, durante toda a vida, com a natureza, influencia. São muitas paisagens que, se você parar e olhar, poderiam muito bem acabar em um quadro, ou outro trabalho.

O Jornal - No seu ponto de vista, como isso poderia ser explorado em Salto do Jacuí?

Pâmela - Salto do Jacuí tem um potencial enorme nesse sentido, mas não é muito explorado. Fui, uma vez, a uma exposição de fotografia da Juliana Pozzatti (formada no mesmo curso e na mesma universidade onde Pâmela estuda). Gostei muito e lembro de algumas fotografias até hoje. Quer dizer, poderíamos ter mais eventos assim na cidade.

O Jornal - Artisticamente falando, Salto do Jacuí rende, então?

Pâmela - Rende. Já pensei até em trazer alguns colegas meus para cá, organizar uns passeios pelo município, ver como cada um retrata o que vê pela frente. Salto do Jacuí inspira.

O Jornal - Você está nervosa para sua primeira exposição?

Pâmela - Ah, não tem como não ficar. É a mesma impressão de mostrar os trabalhos aos professores.

O Jornal - Não assusta mais saber que será avaliada, agora, também por quem não entende de arte?

Pâmela - [risos] Não! Assustaria mais se houvesse muita gente que entendesse de arte na exposição. Ainda estou aprendendo...



segunda-feira, 27 de maio de 2013

Saudade

A saudade eu já sentia, e nem sabia que era a tanto tempo... =/
Queria te perguntar umas coisas que já tinha esquecido que queria saber.
Minha teimosia veio de um lugar bonito e me faz rir lembrar de você!
Acho que tu conquistou o que queria pra ti... Porque depois, só desejou para outros!
Teu amor foi o mais superador que já vi. Tuas amarguras nunca te fizeram baixar a cabeça.
Que Deus te conceda o desejo que plantou em teu coração: teus queridos todos junto de ti logo mais quando acordares. Junto de nós, porque estarei lá!
Eu não sei o porquê das coisas. Sofro muito com minhas perguntas!
Me arrependo de muita coisa. Acho que não soube aproveitar. É bem difícil largar totalmente o passado e começar a viver novamente.
Sei que agora chegou a minha vez de conquistar meu mundo. Quero te encher de orgulho contando as minhas histórias... Nem sei se vão ter muito valor na hora, mas se estiverem frescas na memória vou te contar!
Mesmo em temporária inexistência, continua me ensinando... Lições que na hora eu não entendi.
Mas acho que tem coisas que vão me espantar pra sempre! Como pode amar tanto em meio a dores tão grandes?
Ah, meu amor! Queria poder continuar te abraçando, beijando e acarinhando em gratidão muda pela vida!
Tu me fez forte, porque foi forte. Tu me fez persistente, e até teimosa. Tu me fez amante, porque amou a todos, mesmo os que nos faziam mal. Tu via as pessoas com os olhos de Deus!
A doença quis te arrancar de mim aos poucos. Mas agora vives mais do que nunca em meu coração, porque decididamente quero perpetuar o que deixou de bom.

Ah meu Jesus... Volta logo!!! Quero tê-la de volta comigo Senhor!

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Almoço

Daí vou almoçar com os pensamentos anteriores, escolho uma mesa vazia.
As pessoas geralmente não costumam conversar com estranhos no RU...
De repente uma figura com grandes fones de ouvido vermelhos, com barba por fazer, e camiseta branca (será que era branca mesmo?) pede licença.
Eu sorrio, assinto: Claro!
Curvo a cabeça pra orar.
Oro pelo alimento e por meu companheiro desconhecido de mesa. Gosto de fazer isso!
Ninguém fala nada. Mas minha cabeça de vez em quando costuma criar diálogos pra se distrair...
Quem é esse garoto e por que não come salada?
Quem é essa garota e porque não toma suco?
Por que você tira a tiara pra comer?
Qual teu curso?
Que lindos olhos azuis...
Mas aconselho que nunca façam isso!
De repente, volto da distração, olho pra frente ele me olha!
Olhando assim diretamente bem na hora que olhei... fiquei confusa!
Não por nada, só porque esqueci por um segundo que não se ouve pensamento!
Sei lá, senti enrubrecer, fiquei tão sem jeito que achei graça e não podia rir!
Ufa, ele terminou o almoço, e falou por fim:
Bom almoço!
Obrigada!
Agora posso rir... rsrss

Mas no fim... tenho mesmo curiosidade de saber quem são as pessoas! Nunca me arrependi quando venci a timidez e puxei papo com desconhecidos.

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